Modelo Pedagógico

O Modelo Pedagógico da Escola de Comércio de Lisboa assenta, fundamentalmente, em sete pilares:

 1. Diálogo e interação permanentes com o mundo socioeconómico / empresarial e com o sistema educativo, com vista à absorção do contexto em que a Escola se insere.

2. Organização modular dos curricula que permita:

    • a flexibilidade curricular, proporcionando uma maior autonomia dos Alunos e o desenvolvimento de projetos interdisciplinares que assentem, sempre que possível, em outputs para a comunidade;

    • a facilidade na regulação permanente do processo de aprendizagem;

    • o acréscimo de motivação para aprender.

3. Diversificação de estratégias na construção de ambientes de aprendizagem que promovam:

    • o desenvolvimento de metodologias e atividades centradas no Aluno, apelando a métodos ativos e diversificados, proporcionando reforço em tempo útil;

    • a disponibilização prévia dos recursos;

    • o envolvimento e coresponsabilização do Aluno no seu processo de aprendizagem, dotando-o, nomeadamente de competências ao nível da identificação de problemas, mediação e negociação;

    • a capacidade de avaliação do processo e dos produtos.

4. Forte articulação com o contexto de trabalho, através:

    • de prática simulada em empresas de treino;

    • de formação em contexto de trabalho em empresas e outras instituições;

    • da conceção, desenvolvimento e comunicação / partilha de projetos interdisciplinares com base em solicitações concretas do mercado de trabalho, tendo em conta parcerias estabelecidas com o tecido empresarial e entidades diversas;

    • da conceção, do desenvolvimento e da avaliação dos projetos que sirvam de suporte à Prova de Aptidão Profissional;

    • da atribuição de Prémios de Mérito por empresas / instituições parceiras;

    • da inserção no mercado de trabalho.

5. Composição do quadro docente, através:

    • de Professores que lecionem a Componente Sociocultural e Científica com habilitações para a docência de acordo com o estabelecido no respetivo normativo;

    • de Formadores que lecionem a Componente Técnica com curriculum vitae relevante e com Certificado de Competências Pedagógicas;

    • de Especialistas que lecionem a Componente Técnica com curriculum vitae que demonstre uma reconhecida aptidão ou qualificação em áreas específicas do saber e que, assim, sejam capazes de transmitir o seu conhecimento e prática, as quais se tornam determinantes para o sucesso dos Alunos.

6. Formação do quadro docente, através de duas abordagens:

    • a Formação contínua, onde se pretende que, de forma coerente e integrada, o quadro docente, desenvolva e aprofunde competências no âmbito da sua atividade profissional e pessoal;

    • os Espaços de reflexão, onde o quadro docente possa compartilhar as suas experiências e refletir sobre as práticas que desenvolvem ou que pretendam desenvolver.

7. Avaliação do Sistema de Ensino, através de indicadores predefinidos, como por exemplo:

    • dos resultados das Provas de Aptidão Profissional;

    • das taxas de conclusão;

    • da inserção no mercado de trabalho.